Nossas Luluzinhas:

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Blog novo! Assuntos? Debates? Bate-papo? Falar sobre o que?

Quero saber a opinião de vcs, do que gostariam de falar! Mandem comentários, tweets, fumaça, email. Mas mandem!

@luluzinhasbr | luluzinhasbr@gmail.com

Bjus.

Meninas!!! Instalem as fontes!!


Será provisoriamente!!!

É só salvarem no PAINEL DE CONTROLE/ Pasta de FONTES. Feche e abra novamente o blog.

Bjus!!

domingo, 6 de setembro de 2009

Já rolou mais cedo uma troca de informação. O que você acha que está fazendo aqui no Brasil? Você acha que assim como eu, caiu aqui de páraquedas, sem noção alguma?

Pois é exatamente o que eu acho, pelo menos da minha pessoa.

Eu moro e vivo no Rio desde que me entendo por mulher, à 25 primaveras. Sou jovem, gosto de sair e de escutar música. Mas hoje, meu vizinho cretino colocou o "batidão do funk proibidão". Veja bem, eu não sou nenhuma puritana, mas que palavrão bem pronunciado! Impossível! Será que ele não tem noção que existem vizinhos, crianças e idosos que não tem nenhuma vontade de ouvir um, desculpe, "Enfia lá dentro, abre mais...". AIAIAIAIAIA!!! Que escroto!

Que tipo de música toca aqui? Todas as que eu não gosto. Samba, pagode, samba de raíz, MPB (ainda vai lá), Funk, Reggae, Hip Hop Carioca (Sim, existe isso tb), e mais um monte de estilos musicais que eu não conheço por nome mais com certeza eu já ouvi alguma vez. O que há com o Rio? O que há com o Brasil?!?!

Não generalizando o que ouço mais não vejo nada que me atraia. Praia eu não gosto, não gosto de sol (torra de um lado/ vira/ torra do outro), o trânsito no Rio tá tão quão ruim quanto o de Sampa (sem ofender os paulistas que sabem do que estou falando).

Eu estou P. da vida! São 21:04 e está tocando FUNK! EU não gosto! Acho que poucas pessoas gostam de ouvir funk sem estar muito bêbado.

Ainda por cima, a Rebeca Maria me lembra que o funk está para ser considerado um patrimônio. Acredito que carioca, senão brasileiro. Isso por um acaso é escola? É um hospital construido?

Olha, tudo o que digo é opinião minha. Não vejo nada além claro de um ou outro lugar muito lindo aqui no Rio. Será que o Brasil se resume a isso? Um lugar bonito de se viver? Não é um lugar bom de se viver por ter uma boa educação? Bons hospitais?

É, eu vou me mudar. Pra onde? Não sei. O que é culturalmente bom pra você aqui no Brasil? O que acha?

sábado, 5 de setembro de 2009

Bem vindas!!

Ainda estou preparando o Blog. Comentei no meu Twitter sexta, dia 04/09 que ia fazer e ponto - FIZ!.

Primeiramente vou me apresentar. Meu nome é Normanda Sampaio, louca para comentar o que nos atormenta. Oh sim, já começo dizendo que não estou conseguindo colocar links no menu e nem criar o feed para o twitter, entre outras funções fundamentais. Já tô estressada!

Tá, agora para aquelas que não conhecem muito bem a história do "Clube da Luluzinha", o que na verdade nem eu mesma sei definir o nosso - saibam que existem direitos autorais sobre a personagem do nosso blog, então vamos entrar um pouco na história da 'Litle Lulu', ou como a conhecemos aqui - Luluzinha.

Ela foi criada em 1935 por Marjorie Henderson Buell. A primeira aparição da personagem foi numa charge que mostra a menina em frente aos noivos jogando cascas de banana no corredor duma igreja durante uma cerimônia de casamento. Suas charges, inteiramente desenhadas por Marge eram publicadas no jornal The Saturday Evening Post até 1945. Durante este período também foram lançados alguns livros com brincadeiras e passatempos com a personagem e seu amigo Bolinha para o público infantil. Em 45, foi lançada pela Dell Comics a sua própria revista em quadrinhos, com roteiros e desenhos de John Stanley. Após de algum tempo, Irving Tripp assume a parte artística, deixando Stanley apenas com os roteiros. Incialmente tentou-se manter os mesmos traços de Marge, mas com o tempo, ocasionou um visual mais simples, juntamente com o modo dócil e apaziguador. Luluzinha já teve diversos desenhistas, pois há pelo menos quatros estilos. Na década de 70, os direitos de publicação dos personagens para as revistas são vendidos para a Western Publishing Company. A revista foi editada nos Estados Unidos até 1984 pelas editoras Gold Key e Whitman, ambas editaram também títulos em quadrinhos da Disney e dos personagens de Walter Lantz.

Luluzinha e Bolinha apareceram em território brasileiro pela primeira vez nas revistas em quadrinhos publicadas pela editora O Cruzeiro em 1955. As revistas fizeram grande sucesso e foram publicadas pela editora até 1972. A partir de 1973 passou a ser publicada pela Editora Abril, que lançou ao longo dos anos outros títulos com os personagens como: Almanaque da Luluzinha, As Viagens de Lulu e Bolinha, Lulu e Bolinha Especial, entre outros. No final dos anos 80, a Editora Rio Gráfica publicou um álbum de figurinhas com os personagens da turma. Já em 1989 a Abril lançou uma nova versão da revista, com novo grafismo e que circulou até 1994, ano que foi lançado As Melhores Histórias de Luluzinha e sua Turma, último título da série, que circulou até 1996. Nos anos 2000 a Editora Devir relançou em livros as histórias em quadrinhos da personagem, originalmente produzidas em preto e branco. Os desenhos animados da turma foram inicialmente transmitidos na televisão brasileira pelo SBT nos anos 80 (série produzida no Japão). Desde a década de 2000, a Rede Globo vem exibindo eventualmente os curtas da série produzida no Canadá. A rede NGT, de São Paulo foi outra emissora que transmitiu os episódios dos anos 90 em sua programação até 2008. Além da Rede Record, nenhuma outra emissora brasileira exibiu os desenhos clássicos dos anos 40. A distribuidora Video Brinquedo, recentemente lançou uma série de DVDs avulsos ou em box com os episódios da turma. Em 2009 foi anunciada uma versão adolescente da Turma da Luluzinha, na cola de Turma da Mônica Jovem, o nome da série é Luluzinha Teen e sua Turma. (Imagem acima, a pequena Lulu cresceu)

Mesmo assim, uma das expressões mais conhecidas e hoje relacionadas ao mundo desta turma é o "Clube da Luluzinha" que foi popularizada quando são realizadas reuniões particulares ou encontros somente entre mulheres, sem a presença dos homens.

Artigo: Wikipédia.

Assim como a Lulu, somos o sexo forte desde que nascemos. Não temos medo de chorar, sentimos orgulho tanto de usar calça quanto de usar saias, sofremos por amor, rimos à toa, nós que temos os filhos, seguramos as petecas do dia-a-dia normalmente com o cabelo pranchado e em cima de um salto vertiginoso de no mínimo 10 cm e ainda de quebra, aguentamos chegar em casa para mais etapa - como se já não fosse o bastante.

É tanta coisa, tanto para dizer, descobrir, falar, que não sei por onde começar.

O objetivo do blog é sempre ser simples para todas(os). Podemos nos comunicar umas com as outras através dos comentários, twitter, orkut (eu já não uso mais o meu) com a finalidade simples de falar tudo, perguntar, saber, descobrir, rir, se emocionar e tudo mais que nós mulheres precisamos. Os homens, é claro são bem vindos. O clube do Bolinha também pode ser divertido. Vamos respeitar umas as outras.

Participem do blog, fiquem à vontade. Dê opiniões, levante questões, tabus e pensem no que quiser falar. Tendo com quem conversar amigas tudo fica muito mais fácil. Afinal, mulheres unidas são o inferno à parte na vida dos homens.... quer inferninho melhor que isso? Um lugar onde contar os "causos" da vida, sem medo?

Então, muito prazer, meu nome é Normanda e quero saber ---- o que você esta aprontando menina?! Posso ir também?!? ;P

Bjus.